Definição da Dança do Ventre

Dança milenar, impactante e ao mesmo tempo feminina. A aula de dança do ventre trabalha muito o quadril, braços, acessórios e também história, pois durante as aulas vemos o folclore, retratando os costumes desse povo. Trabalhamos memória, coordenação e criatividade.
Benefícios Físicos da Dança do Ventre
  • Fortalecimento muscular
  • Flexibilidade
  • Melhora a postura
  • Exercício cardiovascular
  • Melhor a circulação
  • Equilibra a pressão
  • Auxilia o sistema digestivo
  • Melhora Cólicas
  • Combate à fibromialgia
  • Queima calorias
  • Trabalha as articulações
  • Coordenação motora
  • Aumenta a fertilidade
  • Combate a menopausa
  • Expansão respiratória
Benefícios Emocionais da Dança do Ventre
  • Aumenta a concentração
  • Libera endorfina
  • Aumenta a dopamina
  • Relaxamento
  • Autoestima
  • Feminilidade
  • Combate a depressão
  • Alivia a insônia
  • Estimula a criatividade
  • Autoconfiança
  • Linguagem corporal
  • Auxilia no bem estar

Aula de Dança do Ventre

Nosso objetivo com a aula de dança do ventre é proporcionar às alunas um aprendizado profundo e sólido, com qualidade e excelência.

Professora: Mayara Rajal

Horário: 3º e 5º 9h

Horário: 4 ª 6ª às 12:00

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Venha cuidar do corpo e da mente!

Temos espaço para mulheres de todas as idades, biotipos e objetivos.

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Aula Experimental



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Evolução técnica: aspectos gerais

Os movimentos são marcados pelas ondulações abdominais, de quadril e tronco isoladas ou combinadas, ondulações de braços e mãos, tremidos (shimmies) e batidas e torções de quadril, entre outros.

Segundo a pesquisadora norte-americana Morroco, as ondulações abdominais consistem na imitação das contrações do parto: tribos do interior do Marrocos realizam ainda hoje, rituais de nascimento, em que as mulheres se reúnem em torno da parturiente com as mãos unidas, e cantando.

Realizam as ondulações abdominais a fim de estimular e apoiar a futura mãe a ter um parto saudável, sendo que a futura mãe fica de pé, e realiza também os movimentos das ondulações com a coluna.

Estas mulheres são assim treinadas desde pequenas, através de danças muito semelhantes à Dança do Ventre. Ao longo dos anos, sofreu modificações diversas, com a inclusão dos movimentos do ballet clássico russo em 1930. Dentre os estilos mais estudados estão os estilos das escolas:

  • Norte-americana: manifestações mais intensas de quadril, deslocamentos amplamente elaborados, movimentos do Jazz, utilização de véus em profusão, movimentos de mãos e braços mais bem explorados;
  • Libanesa: com shimmies mais amplos e informais, seguidos de deslocamentos muito simplificados.
  • Egípcia: manifestações sutis de quadril, domínio de tremidos, deslocamentos simplificados adaptados do Ballet Clássico, movimentos de braços e mãos simplificados;
  • Brasileira revela uma tendência de copiar os detalhes de cada cultura, para fins de estudo e aumento de repertório, e tem se revelado ousado, comunicativo, bem-humorado, rico e claro no repertório de movimentos.

O estilo Dança do Ventre do Egito Faraônico, a Dança di Iaset: foi criado no Brasil, em 1993, pela professora Regina Ferrari, com passos do ballet clássico mesclados com movimentos da dança do ventre árabe, associados a uma interpretação fictícia para cada movimento, como uma representação artística das danças do antigo Egito. Não é uma dança com finalidade esotérica, para ser usada em rituais de magia. A finalidade foi de permitir as mulheres brasileiras praticarem a dança do ventre pela beleza da arte, sem receberem a conotação de praticarem uma dança vulgar.